Normas

Da Paraíba para o mundo, com amor:

Todo o material publicado nesta página representa o ponto de vista parcial e preconceituoso de um indivíduo do século passado. Se você achar aqui afirmativas que lhe pareçam sexistas, xenófobas, racistas ou, de qualquer outra maneira, ofensivas a seus pontos de vista, pare de ler imediatamente. Ou prossiga, a seu próprio risco. Ou não.

Use antes de agitar: leia as normas do blog e lembre-se: comentários são moderados. Anônimos não serão publicados.

E aproveite que eu sou professor: se você achar que eu posso ajudar, mande um e-mail para mrteeth@ghersel.com.br

quarta-feira, 7 de dezembro de 2005

Casos de um doutorado V

Enganos

Ela é colombiana, foi fazer pós graduação na USP. Levou um trabalho para publicar no congresso do IADR, em Estocolmo, parte da programação do seu doutorado. Lá sempre se fazem festas para as delegações de cada país e, no dia da festa brasileira, lá estava ela, com crachá da USP pendurado quando vê uma turma de rapazes falando alemão. Ela, que já estudara alemão na Colômbia e até falava direitinho, foi lá praticar um pouco e conhecer alguns dos bonitões. Eram estudantes de pós-graduação da Universidade de Berna, Suíça.

Ela chegou, conversou e se encantou com um dos rapazes. Conversaram muito, trocaram e-mails, telefones... começaram a se comunicar mais depois do congresso, acabaram se apaixonando e resolveram colocar as coisas a limpo. Então ele descobriu que ela não era brasileira e ela descobriu que ele era italiano e não suíço.

Ele pensava que ia namorar uma brasileira com uma bela bunda. Ela achava que ia pegar um suíço com uma bela conta bancária. No final, não havia conta. Nem bunda. Estão casados até hoje, moram no Brasil e se amam muito.

2 comentários:

Marilia Mota disse...

Você vem contando a história toda, bonitinho, e termina com "uma brasileira com uma bela bunda"! Que feio! Não reduziu demais o sujeito, atribuindo a ele expectativas puramente bundais? E ela - só cifrão?
Ainda bem que V estava enganado. :)

Mr. Teeth disse...

Marilia: não era eu, nessa história. A protagonista me contou com essas palavras, ela é uma pessoa muito alegre e esse 'causo' provocou uma discussão divertidíssima na roda em que estávamos. Mas volte sempre, será um prazer recebê-la.